Johnny Rockets prepara expansão com lojas de rua e em containers

Nova loja Johnny Rockets na Rua Oscar Freire

A rede americana de hamburguerias Johnny Rockets segue expandindo suas operações no Brasil.

A primeira loja de rua da rede foi aberta no final de janeiro, no antigo ponto da conterrânea P.J. Clarke’s na Rua Oscar Freire.

 

Além dos atuais restaurantes com serviço e lojas express, a rede pretende abrir lojas com drive-thru e está desenvolvendo um formato de loja em containers.

Também continua a expansão da rede pelo país e em meados de fevereiro abriram a primeira unidade na região sul, no ParkShopping Barigui de Curitiba. A empresa avalia que a cidade comporte pelo menos quatro lojas da rede, em diversos formatos.

A perspectiva da rede é que até 2019 as principais capitais já tenham uma loja Johnny Rockets para chamar de sua. Os próximos destinos são Brasília, Salvador, Recife e Belo Horizonte mas os pontos nestas cidades ainda não estão definidos.

Starbucks promete, mais uma vez, sair do eixo Rio-São Paulo

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Não é de hoje que a Starbucks declara a intenção de expandir pelo Brasil todo…
Em 2007, se falava em Belo Horizonte e Brasília antes do Rio de Janeiro.
Em 2015, voltou a se falar em expansão nacional citando Brasília, Curitiba, Porto Alegre e Salvador como alvos
Em 2016, a Starbucks não inaugurou sequer uma loja no Brasil.

Mas 2017 começou com uma entrevista do Ricardo Rinkevicius, ex-Le Pain Quotidien que assumiu o controle da Starbucks Brasil em 2016, declarando os planos de expansão da rede.

E mais uma vez se fala na ida da rede para além dos horizontes de RJ e SP, que deve começar por Brasília, Curitiba e Belo Horizonte.
É difícil saber se essa é a ordem das cidades que receberão a cafeteria americana, mas acredito bastante que Brasília seja a primeira numa tentativa de conter a expansão da rival Dunkin Donuts na cidade.
Segundo a reportagem, a meta é de abrir cerca de 64 lojas por ano até 2020. Nesse ritmo a rede, que hoje tem 103 lojas, triplicaria de tamanho.

Para ajudar na expansão a Starbucks pretende abrir lojas em estradas, começando pelo caminho entre São Paulo e Campinas.
Fica a dúvida se essa é uma retomada do formato de lojas com drive-thru, que teve uma unidade de vida bem curta em Alphaville.
Também existe a possibilidade das unidades ficarem dentro de lojas como as da rede Frango Assado.

Se fala também na abertura de lojas em estádios de futebol – começando pela Arena Corinthians – e em supermercados, o que faz bastante sentido considerando a presença da rede em faculdades e hospitais.
A parceria para abrir lojas em supermercados é a mais curiosa: Não só o nome da rede parceira ainda é sigilo como a intenção não é de abrir lojas na praça de alimentação ou galeria de lojas dos mercados, mas sim dentro da área de vendas do supermercado.

Para 2018 a Starbucks pretende abrir lojas com o selo Reserve, que vendem alguns grãos diferenciados do padrão da rede e geralmente oferecem métodos de preparo mais sofisticados como a Clover, uma máquina automática de café filtrado que prepara a bebida num método semelhante à AeroPress.

Só não se pode confundir esse tipo de loja com a “Starbucks Reserve Roastery and Tasting Room”, uma megaloja que também leva o selo Reserve mas que faz a torrefação dos grãos no próprio local e oferece microlotes de café especial, de forma parecida com vários cafés independentes.

Abbraccio chegará à Avenida Paulista em 2017

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O Abbraccio, irmão italiano do Outback e a versão “internacional” do Carrabba’s Italian Grill, chegará à Avenida Paulista no começo do ano que vem.
O local do restaurante é o Shopping Center 3, que está passando por uma grande reforma que reduziu bastante o espaço ocupado pela Playarte no shopping. O Abbraccio ficará no ultimo piso do shopping, onde antes havia uma das salas de cinema.

Se há pouco tempo a Blooming Brands não contava com nenhuma operação na famosa avenida, agora terá a maioria das suas marcas lá. Ano passado aportou o primeiro Outback, e em 2016 chegaram as duas lojas da Mexcla e o segundo Outback no Pátio Paulista. Agora só falta um Fleming’s na região…..

Além do Center 3, o Abbraccio deve chegar à Porto Alegre no Shopping Praia de Belas e em Curitiba no Shopping Curitiba.

Starbucks promete, enfim, sair do eixo Rio-São Paulo

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Em entrevista para a Veja SP justamente sobre a centésima loja da Starbucks no Brasil, Norman Baines, presidente da filial brasileira, diz que a crise não tem afetado a empresa e que prevê crescimento de 7% esse ano.

Além disse, fala pela primeira vez depois de muito tempo em expandir a rede além do Rio de Janeiro e São Paulo: No médio prazo, a marca deve apostar em cidades como Brasília, Curitiba, Porto Alegre e Salvador.

A grande dúvida é quanto tempo é “médio prazo” para a rede. Desde 2008 se fala a respeito de lojas em Brasília – e Belo Horizonte, que antes era um dos nomes fortes, nem foi mencionada. É possível que o executivo não tenha enumerado todas as cidades que tem em vista, mas sempre me impressiono com a capacidade de muitas marcas ignorar a capital mineira.

Para abrigar as lojas, eu apostaria nos principais shoppings de cada cidade (Parkshopping e Iguatemi em Brasília, Parkshopping Barigui e Pátio Batel em Curitiba, Iguatemi, BarraShopping Sul e Bourbon Country em Porto Alegre e Salvador Shopping, Shopping Barra e Shopping da Bahia em Salvador).

Além disso, é grande a chance de abrirem lojas nos aeroportos de cada cidade – existem até boatos que a concessionária do Aeroporto de Brasília vem negociando com a Starbucks há algum tempo já.

Curiosamente, logo depois dessa entrevista ser publicada, surgiu um boato bastante estranho sobre uma Starbucks em Florianópolis (ou no Jurerê Internacional): Se falava sobre uma franquia – que em si já seria uma novidade pra Starbucks no Brasil, que tem apenas lojas próprias – gerida por um jovem empreendedor de 18 anos. Conhecendo a expansão da rede, não é difícil imaginar quão improvável seria – tanto que a nota original já foi atualizada com uma errata.

A Starbucks já disse ter estudado o modelo de franquias para o Brasil, mas seria nos mesmos moldes da Dunkin’ Donuts: Um franqueado ficaria com uma região do país, e não franquias negociadas loja-por-loja.