Starbucks promete, mais uma vez, sair do eixo Rio-São Paulo

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Não é de hoje que a Starbucks declara a intenção de expandir pelo Brasil todo…
Em 2007, se falava em Belo Horizonte e Brasília antes do Rio de Janeiro.
Em 2015, voltou a se falar em expansão nacional citando Brasília, Curitiba, Porto Alegre e Salvador como alvos
Em 2016, a Starbucks não inaugurou sequer uma loja no Brasil.

Mas 2017 começou com uma entrevista do Ricardo Rinkevicius, ex-Le Pain Quotidien que assumiu o controle da Starbucks Brasil em 2016, declarando os planos de expansão da rede.

E mais uma vez se fala na ida da rede para além dos horizontes de RJ e SP, que deve começar por Brasília, Curitiba e Belo Horizonte.
É difícil saber se essa é a ordem das cidades que receberão a cafeteria americana, mas acredito bastante que Brasília seja a primeira numa tentativa de conter a expansão da rival Dunkin Donuts na cidade.
Segundo a reportagem, a meta é de abrir cerca de 64 lojas por ano até 2020. Nesse ritmo a rede, que hoje tem 103 lojas, triplicaria de tamanho.

Para ajudar na expansão a Starbucks pretende abrir lojas em estradas, começando pelo caminho entre São Paulo e Campinas.
Fica a dúvida se essa é uma retomada do formato de lojas com drive-thru, que teve uma unidade de vida bem curta em Alphaville.
Também existe a possibilidade das unidades ficarem dentro de lojas como as da rede Frango Assado.

Se fala também na abertura de lojas em estádios de futebol – começando pela Arena Corinthians – e em supermercados, o que faz bastante sentido considerando a presença da rede em faculdades e hospitais.
A parceria para abrir lojas em supermercados é a mais curiosa: Não só o nome da rede parceira ainda é sigilo como a intenção não é de abrir lojas na praça de alimentação ou galeria de lojas dos mercados, mas sim dentro da área de vendas do supermercado.

Para 2018 a Starbucks pretende abrir lojas com o selo Reserve, que vendem alguns grãos diferenciados do padrão da rede e geralmente oferecem métodos de preparo mais sofisticados como a Clover, uma máquina automática de café filtrado que prepara a bebida num método semelhante à AeroPress.

Só não se pode confundir esse tipo de loja com a “Starbucks Reserve Roastery and Tasting Room”, uma megaloja que também leva o selo Reserve mas que faz a torrefação dos grãos no próprio local e oferece microlotes de café especial, de forma parecida com vários cafés independentes.

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